Quando entro dentro do funda da minha alma, não me reconheço como sou, me vejo de outro jeito, estranho até. Quando lá no fundo eu consigo me ver como sou, me sinto satisfeita e triste. Assim triste por não saber como posso levar esse eu brilhante pra fora. Quando eu volto de mim, eu volto a ser aparência, só. Fico feliz pela possibilidade de tanta força interior, fico triste pela falta de coragem exterior. Ah, não ligo!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
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